terça-feira, 22 de abril de 2014

Acordei sem sonhos pela primeira vez em muito tempo. Pensei que poderia adormecer tranqüilo depois de presenciar o último telejornal da madrugada. Mudavam os nomes e carteiras de identidade; somente! Parecia ridículo repetir estórias comuns de carros que “desfaleciam” aos tantos quilômetros; e enchentes que afogavam cidades inteiras. Porque naquele dia, despertei com as idéias anestesiadas e morri pela quarta vez; daquele mês cinzento de novembro... Pareciam não aparecer de novo, esconder a lama, os desafetos. Conviver com o silêncio turvo da alma acelerada. E haviam corredores abertos abarrotados de gente e carros passando no meio; cuspindo fumaça de gasolina como fumante enrugado de tempo. E todo jeito de senhora gorda e porco magro. Pudesse até ser Copacabana quando todos os relógios quase que simultaneamente apontassem doze horas e meia em movimento único. E questionamos cada pedaço de nós mesmos. Dissecamos nosso enredo perdendo as vistas todo e qualquer defeito de fabricação... Mas reparamos os detalhes do outro. Com olhos de felino, sem alma de índio. Onde cada passo inicia o seguinte. E a cadeia alimentar abastece a prole; e desafia a existência. Porque não são idênticos os direitos; e a selva não é de pedra, tem outro nome. Metrópole, cidade grande, capital! O erro conjunto e ode a má qualidade de vida. Amontoados; na jaula ou quarto; que nos cabe...






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1 Bar... Da Lapa...!

... Aos meandros do tema tornava a afirmar. A grande evolução dos remédios tarja preta remendariam os anos seguintes em função do ganho capital. Dinheiro mesmo. Apressada caminha que não se deita... Mas... Anda! ... O despertador tocou duzentas vezes e meia este ano, que quase terminando está. Bota a gravata. É fundamental a sensação de pressão junto a jugular sob o sol de muitos graus. 



RJ, Bangu: complexo carcerário lotado. Trinta por cento deveriam estar fora dali. Ouvi na TV; portanto como bom brasileiro minimamente informado, diria quase a metade. E uma aterradora media de 5% de brancos encarcerados, somente. Alias, nessa cidade carioca, Afrodescendentes tem quase muitas vezes o dobro de chances de desaparecer! E, retornando ao tema, na jaula ninguém produz nada; alem de consumir dinheiro publico a rodo e a existência extraviada (rumores sobre bancos de órgãos e trabalho escravo rolam!). Derretem ou morrem de frio. Sabia? O frio é curto, mas dói! Ou ao contrário. A meteorologia de uma “bipolaridade cívica” ... Estranha a relação entre o homem e climas radicais. Do outro lado da terra, também se morre de calor, mas a noite é fria para cacete e o nome é deserto. Caatinga sem planta e calango. Jabá sem Jerimum.

 
E muitas cabeças de gavetas, espremidas e ruminando a forma de esvaziar o pote. Você vai ao psi; às vezes psi segue de “u” e tem barriga furada de peixeira ou tiro.


 


E a terra ... Tinha uma certeza feminina, maternal. Há milhões de anos se partira em pedaços, retorcendo, criando veios, transformando montanhas inteiras, rompendo oceanos e água potável. Adaptava seres e formas. Era mãe, coração fácil de enganar. Porém... Há um, porém! Muito vivida aquela senhora, apesar de nova. Para o universo, milhões de anos não se estendem mais que um fim de semana trivial. Mas, ainda assim... Eram milhões de anos. E o pai desse universo velho, até então mais velho ainda, agonizava a dor dos sábios. A dor científica dos que enxergam pelas lentes do tempo. O pai do universo era oTempo! Voavam horas descompassadas, sem asas, com pressa. Horas modernas controladas pelo rojão dos afazeres, dos fatos, das informações. Pressa! O senhor de tudo, tinha a pressa de um relógio sem ponteiros.



ERA UMA VEZ O TEMPO QUE ERA O PAI DO UNIVERSO, QUE PRECISAVA ESCURECER A NOITE, ACENDER O DIA E ILUMINAR FORMIGAS QUE Andavam DE SAPATO...!
Pensei naquele...

Que dividia comigo sua existência invisível. Sempre preferi acreditar que negociava com quem me habitava. Alma! Rezava em silêncio por aqueles que não sabia e cantava para explanar minha forma de conjurar a vida, sem maiores conhecimentos de causa, com ouvidos, e olhos que dispensavam lentes de ocasião.

Tx apresentado em evento da grife balaco / Julia Vidal 

3 guerreiros

por João Das Letras,

O índio afro se agacha; e por entre as mãos escorre a terra; a mãe. Ali tudo se encontra; nasce. Penso nas muitas luas do Poeta Mario Quintana, quando dizia poder refletir em cacos uma quantidade... De luas! O que na planície de um espelho só seria... Um único reflexo... Não somos melhores, ou piores e coração não escolhe credo ou raça.

Na flecha de Oxossi criamos o rumo; perdemos as garras e presas, mas aprendemos a fazer o arco cujo formato da madeira lembra... Uma ponte!  Oxossi representa a fartura dos tempos que não esvaziam as mesas; e talvez a ponte, a outra margem; ou tudo o que podemos fazer para transformar. Oxossi Expressa à vida na totalidade da sua essência; da sua existência! E não seria esse o desejo de um rei! E se tornou brasileiro, porque aqui seus filhos chegaram de navio. E nessa floresta, o caçador fez morada. Salve Oxossi que é rei de Keto!
A espada de Ogum faz a estrada; chegar até aqui, por exemplo! O fio do aço que abre os caminhos; o movimento que junta e agrega. Ah! O progresso daqueles que são entendedores das próprias vistas! Às vezes somo tão míopes com nossas próprias atitudes; por isso nas situações difíceis, os filhos de Ogum tomam à frente. Também são guerreiros; que olham no olho catando justiça; e roda vento com metal de homem nervoso; porque palavra é palavra... E só pensa em voz alta, quem honra o passo seguinte.

... Agora, meu último instante; exatamente agora; Aqui! E peço licença para montar o cavalo de Jorge; acompanho a paisagem que insisti... Louvo então os amigos! Para a igreja, São Jorge é um dos quatorzes santos auxiliares; isso é: aqueles que trabalham a cura. Jorge que doou sua herança aos cristãos, e torturado, renasceu no castelo de Deus. Salve Jorge da Capadócia!
Porque aquele índio que apalpa a terra e colhe os frutos somos todos nós. Nossa tribo, nossa selva, nosso castelo, nossa casa // nosso DEUS // Nossos cavalos; nossas pernas. E somos os guerreiros vestidos de santo. E todo dia acordamos para outra luta; e nascer e aprender e perdoar, compreender, acolher... Tudo isso para nós, senhores, há uma tradução; fiel; ou um resumo somente; uma palavra gentil... Amada... Pátria minha... Brasil!
Sabe q Fernando Pessoa quando era criança dizia q a lua era a "Nossa Senhora do Silêncio"... Q tenha uma iluminando o teto do seu quarto... Mesmo q o céu fique do outro lado!


Do que vale morrer de sonhos... Sem pés para caminhá-los!
FELIZ ANIVERSÁRIO... Disse ao meu espelho; quando duvidava!

Não tenho horas; p perdê-las. Por isso conto nos dedos dos pés o caminho seguinte; Pudera montar ponteiros e retornar. Mas pensaria duas vezes. 2as! Se pudesse! Então alinho o calcanhar e impulsiono a MINHA palavra. Como se a "lida" ao cavalo agradecesse; e seguiria o próprio rumo... PQ... Não tenho horas há per... E desde pequeno, muito; acredito na prestação de contas... Só uma opinião!

Porque o plural da minha dor sou eu. E o restante da platéia que me perdoe. Mas ainda assim, serei o primeiro da fila; expectador, espetáculo; parte. Quem se habilita? Tomar a voz do dono e recomeçar o ato. Ser o próximo palhaço, passante. No próximo instante de interferência. Movimentos são como o vento; fazem e se refazem transparentes; em constantes proporções que não cessam... Mas voltam!
 
 Esse tx publicarei sempre... Justiça senhores; carinho para c o próximo! 



... Meu Irmão //

Vi meu irmão com riso gordo de quem fazia uma fazenda. Dizia com o peito rechonchudo de orgulho que era na divisa de Goiás e Bahia. Era um riso sem contratos, notas, papéis. A sociedade provinha de muito tempo. No colégio eram os melhores amigos e suas histórias testemunhas sempre tiveram. Se o pai do cara fora capa de revista e notório caloteiro, isso muito pouco importava. Eram amigos! Dividiam o mesmo time, o mesmo tempo. Aquele que jamais desfiaria. Romperiam os anos entre cada florada.

A sede com telhas de barro confeccionadas nas coxas e eletricidade à base de óleo diesel. Farinha pilada com feijão derretendo na panela de pedra que descansava horas sobre um fogão de lenha. O chão seco que durante meio ano se inundava de chuva e pintava a paisagem de verde; o miado da onça no caminho. Quem não viu cobra tomando banho de sol não era dali! Enquanto tinha criança no rio o pai zelava. Ninguém sabia quando jacaré tava com fome ou sucuri saia pra passear. Contam que a maior de todas morava debaixo da ponte num tronco largo de madeira morta. Outros diziam que era lenda, mas nunca ninguém pagou pra ver. O mundo longe da TV era outro para todos nós. Menos para meu irmão que subdividia seu corpo breve líneo entre as capitais e o seu interior. Aos pés do Rio Formoso meus joelhos encostaram a terra e agradeci todas as horas atravessadas para se chegar naquele lugar. Pensei ainda que tudo fosse menor e o mundo por um breve instante existiria somente até onde a vista pudesse perceber. Se um deus passou por algum lugar... Ali era perto;



Depois veio a trovoada; o GRANDE amigo se rendera ao pai que fora capa de revista esquecendo os anos como quem ignora a própria existência. Pobre rapaz! Vendera sua alma com o bolso cheio de ouro! Não queria matar a fome ou comprar remédios. Viveria o resto dos dias olhando para baixo em nome de uma honra desconhecida, de uma ética milenar passada de pai para filho. Não bastariam esposas ou conselhos para combater tão fortes alicerces. Na capoeira era rasteira. Entre os sábios que não sabiam jogar, estratégia. Não importava. Meu irmão tombou e eu cai junto com ele, em silêncio. A vida também me pregara uma peça e abatido me esquecera de olhar para o lado. E o cara era um pouco de tudo e o amigo de sempre. Turrão mas fazia rir. Um coração largo, à toa. As coisas pareciam pequenas quando estava perto dele.

Que a gramática perdoe o verbo e nomes chulos que porventura apareçam! Poucas vezes contive tanto ódio! Não a um homem somente, mas aquela conjuntura fétida de poder e possibilidade, que mutilava sonhos e criava cobras como quem finca o facão num talo de raiz. Era uma dor desumana! Dar a outra face como diria o homem santo ou cobrir de pancada como qualquer um? Louvar algozes é levantar a mão! Quem planta com a alma não deve proferir golpes. Assassinar os dias seguintes ingerindo lodo, envelhecendo células. Chorei sozinho o término grotesco da sociedade e a terra pisada e cada pé de café. Poderia afirmar com total segurança, que se sonhos virassem nuvens, teria desmanchado todo acúmulo de líquido, que meu irmão seco de tudo não conseguiria mais derramar.

Quando acordei, no meio do sono ruim, senti o cheiro de grãos...

Lembrei de um mestre, da capoeira, dizendo que quando rico perde se muda, procura psiquiatra, tem aquela síndrome de pânico; e vocifera verborrágico, sugestões grotescas para o controle da natalidade. O resto, vira três copos de cachaça, passa a mão na boca e vai tocar a vida. Aquela resolvida na labuta de todo dia. Percebi no acaso dos acontecimentos como podia um homem tornar-se imenso. Anos de dedicação que se tornaram peças de lego, enquanto buscava um desejo de sorriso e repetia com elegância; Fica tranqüilo que dia desses faço outra. Passou a mão nos olhos, pôs os meninos nas costas, pegou a mulher (salve ela!) e se encheu de ar. Fez outros negócios, içou a vela pra outros cantos, transformou paisagens.

Hoje o mundo tornou a ficar pequeno. Invadiu a paulicéia e ingeriu CO2 como quem bebe vinho no gargalo. De lá pra cá, e vise versa, invertendo radares sem perder valores. Voou para longe e traduziu anseios. Conseguiu crescer a cada empreitada. Aristocracia única que faz morada no coração dos grandes. O perdão praticado na essência sem nota em diário oficial.

Desprender-se era! Aprendi com ele... Não sei, não, dizia. Mas é pra frente que se anda! “Tamô” junto...   

domingo, 20 de abril de 2014



O resto é perceber a nossa realidade moderna, cheia de cloro e certezas perdidas numa imensa camada de ozônio, ferrada até o limite. Bem feito para todos nós que coçamos o saco e fingimos nada existir. E calamos a palavra, e vestimos a burca. Por quê? Andamos, nadamos e, conscientes do dever cumprido, poluímos o céu nosso de cada dia, com tamanha destreza, que até os ácaros foram absolvidos em anúncios de produtos. Agora reciclam pele morta em ambientes pouco arejados com baixa densidade de luz solar. É muito capricho para tanta lambança! Peça desculpa aos seus filhos e seja sincero uma vez na vida, somente. Mas seja! Eu fui! A vida é doce e... Uma linda...
"A água não ocupa mais espaço do q necessita realmente. Nisto se iguala à moderação". 
Confúcio!

Quando pela primeira vez pensei em você imaginei um dia cheio de sol. Achei possível lamentar os fatos em voz alta e chamar de canção ou adormecer debaixo da chuva. E três pontinhos seriam suficientes para transmitir a mensagem sem a menor vontade de correção ou qualquer outra minúcia. Era assim... Quando pensei em você de novo questionei a existência dos meus. Porque o mundo deveria girar em torno da sua pessoa. E meu chão se abriu porque inevitáveis são nossos desejos. É individualista o raciocínio, mas depois na pluralidade das atitudes e convivência, tudo muda... Árvore em desenvolvimento ou transformação? Mas uma árvore em movimento é uma transformação!... Muda!... Ou quase... Então falamos a mesma língua. E alegria ou tristeza; ou a um, a dois, ou a três. Não importa! Precisa fomentar mudança. Instigar novos ventos... Quando pensei pela última vez você ainda aparecia com riso desconfiado de canto de boca e aquela constante análise do tempo e seus movimentos de ar. Pensei até ficar vazio, sem sopro ou respiração, ou desejo... De tê-la... Equilibrada nos ponteiros do relógio de pulso... Toda hora... Foi quando novamente imaginei outro dia cheio de sol...

GOL... Marca de carro ou companhia aérea. Adjetivo proclamado pelo imaginário popular para designar sucesso extremo ou conclusão do objetivo. Estancamento da possibilidade de reação ou a glória do outro! O que Sacramentará a festa do porvir ou esforço conjunto para justificar administração milionária. Alicerce dos biombos da ditadura; lembra de 1970; talvez (?). Alívio ou esquecimento ou insucesso ou sensação de feriado prolongado. Samba e bordoada; riso que chora lágrima de uniforme e bandeira... Dissolução momentânea das dívidas pessoais. Porque o mundo Travestido de FUTEBOL. De sol a sol... Faz à ilusão da fôrma e a solidão da carne! O pensamento diluído feito antiácido efervescente porque começou o segundo tempo e tudo para... Para... É paradinha!... Atira-se o arqueiro a flecha arremessada com ponta redonda de bola que voa; ou tiro da perna malhada que soma quilômetros por hora; fazendo explodir o outro lado da arquibancada. Cor clara de ALEGRIA; ou de nuvem carregada... Um que grita
E outro que cala. Mas quem dita; até quando! Só o juiz! Magistrado do apito ou jogador que não deu certo?... De resto cantam suas alegrias e derrotas. Como se um não dependesse do restante! Não haveria rei sem súdito, ou DEUS sem fiéis! E pensando rápido, repetindo trejeitos, acabaremos por falar de todos nós. Até outro trovão de alegria! Quando o céu desabar lágrimas de chuva salgada e o coração; esquecer que te pertence... Porque é GOL... É... Novamente!

... Às vezes me sinto desprovido de proteção senhor! Acredito, agora, nos meus! PQ meus filhos retornaram e um silêncio de ar-condicionado, como mencionei há pouco num desses sites de relacionamento; “urge”. Aquela falta de ventania e grito sabe. Tudo; absolutamente tudo o q fora reclamado e discutido durante todo janeiro de férias, cai na mais profunda falta de sentido se o assunto contorna as curvas da ausência... Quando havia os personagens, as estórias continuavam. As novidades do futebol virtual e aquele abraço de todo... Dia bom! Todas as horas deste mês fui pai. E é preciso concentração para não esquecer q continuamos. De longe, via web ou telefone; ou carta q ganhou ares retrô, mas é super bucólico. Outra modernidade saudosista! Porque nessa correria toda, daqui a pouco, você que não tem absolutamente nada a ver com isso poderá estar morrendo de saudade também. E subitamente, num relâmpago de idéia, perceberá que ninguém vai entender é quase nada. E que o carnaval alastrado no peito, todo ele, de pouco serviu. Não ouve semblante fechado, ou anunciação indireta que fizesse o pseudo-analfabeto do amigo sorridente de fim-de-semana alcançar... E cobram sorrisos e hífens enquanto morro de... Saudade; dessas que não tem pressa em passar; e fazem poesia, ou sobrevivem nas palavras...!

sábado, 19 de abril de 2014

Um provérbio japonês diz que A FELICIDADE GOSTA DE ENTRAR NUMA CASA ONDE REINA O BOM HUMOR... Hora de sorrir nublado pro sol nascer... Tá valendo... E tem a ver com o texto abaixo...
O AMOR É QUANDO A GENTE MORA UM NO OUTRO... MARIO QUINTANA...
A Magia da Poesia - Mario Quintana ... Degusta feito prato de comida colorida... E por falar nisso acabei de ver com atraso o premiadíssimo ESTÔMAGO. O filme narra a saga de um retirante e sobrevivência na capital com inusitado desfecho e trilha... Roteiro impecável e muito bem amarrado...Tudo simples e generoso...
NADA VALE A PENA, A NAO SER SABER O QUANTO É SUAVE SABER QUE NADA VALE A PENA (FERNANDO PESSOA)
ACHO INTERESSANTE FALAR SOBRE A ORIGEM DAS PALAVRAS E SUAS FORMAS E POSSIBILIDADES... DESCOBRIMOS EXEMPLOS DA LÍNGUA CONTADA QUE PERDURAM MUITOS SÉCULOS. LI QUE "ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA" TEM REGISTROS QUE ANTECEDEM SÉCULOS O NASCIMENTO DE CRISTO... E O TERMO "FERRAR" SURGE A PARTIR DO ATO DE SE COLOCAR A FERRADURA NAS PATAS DO CAVALO. EU XINGAVA PROFESSOR QUANDO MOLEQUE... TALVEZ EXPLORAR ESSA MONTANHA DE PALAVRAS E VER COM QUANTAS FRASES SE FAZ UM BARCO DE TEXTO P A IDÉIA NAVEGAR SEJA UMA BOA...
O TERMO ELEFANTE BRANCO SURGIU PARA "DESIGNAR GRANDES EMPRESAS ESTATAIS DEFICITÁRIAS" E A ORIGEM SE DEU NO ANTIGO REINO DE SIAO (POR FAVOR COLOQUEACENTO), ATUAL TAILÂNDIA... O ANIMAL ERA SAGRADO SEM SERVENTIA PARA O TRABALHO E COMO ERA PRESENTE DE REI NINGUÉM OUSARIA VENDER. RECUSÁ-LO TAMBÉM TRARIA MAL AGOURO. ENTAO (!) RESTAVA AMAR, AGRADECER A DÁDIVA E CUIDAR DA CRIATURA E SÓ... O FALECIDO EX-PRESIDENTE MILITAR J.FIGUEIREDO DIZEM, INAUGUROU O TERMO NA POLÍTICA PARA QUEIXAR-SE CERTA VEZ DOS GASTOS EXCESSIVOS... DE UMA ESTATAL? DE JEITO NENHUM... FALAVA SOBRE SEU SÍTIO, UM ELEF...

sexta-feira, 18 de abril de 2014


... VOCÊ esta de saco cheio numa SEXTA... Procura atrás das idéias um pouco de perfume e cores... Encontra o antídoto aí dentro... E faz valer mais um dia de presente... Com certeza você merece... E todo mundo ao redor...
Tudo o que as pessoas fazem socialmente... em bandos, torna-se um evento. O cérebro registra assim. Tudo aquilo que é previamente combinado quase sempre vira... Festa! No entanto coletivamente vivemos e nos transportamos todos os dias... E concorremos a um espaço num coletivo lotado ou na fila... Parecem as duas faces de uma moeda que distancia grupos idênticos mediante atitudes... Ou comportamento... E daí que considerar um bom livro e praticar alegria soa mais interessante que paciência... Mais humano também...

"... Por exemplo, se olharmos para as palavras... É possível interpretar seu significado de várias formas diferentes, incluindo as que se seguem: um arranjo de traços e espaços. Um grupo de letras. Um só nome. Uma referência a uma pessoa específica que conhecemos... Ou que não conhecemos... O interessante é que nenhuma das interpretações invalida qualquer uma das outras. Elas representam níveis diferentes de significado com base no contexto, que, por sua vez, se fundamenta amplamente na experiência". Sobre Yongey Mingyur Rinpoche

O sentido da festa de Páscoa... Não é de chocolate mas acompanha perfeitamente bem... Justifica, sabe! Cheio de cor, explica o significado de toda esta movimentação. Não somente um feriado, mas um significado!

O SOL: descolorava o poente e o nascer seguinte. Sucessivamente, dia após dia. Por vezes sangrava de tal forma a paisagem que a pele rubra de padre implorava terra molhada. E tudo. Absolutamente tudo, nessa hora, respondia ao único astro que poderia colorir. E este, por sua vez, somente enxergava um sorriso vertical que parecia vela içada esperando o vento. Ou a calma que não possuía...


Segue a paisagem quente e acha um sopro de vento. Ar refrigerado, ventilador, brisa de janela... Agredece cada raio e percebe a luz que te cuida silenciosa. Depois por alguns minutos procura não pertencer a lugar nenhum... Porque todos os lugares... São lugar nenhum... E lá dentro da escuridão dos olhos fechados, uma constelação inteira se movimenta. Respira lentamente; de todas as formas possíveis. Alternando narinas, estufando peito e barriga volta a perceber o movimento... yoga... Registros revelam que a prática existe a aproximadamente cinco mil anos... Salve Coaracy e Cia...
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A vaga no centro te pertence... Feche os olhos e vá embora... Minutos de sonho acordado recomendam as horas do dia seguinte... E nada é tão longe quanto parece...


OLHAMOS PEQUENOS CHINESES... QUE NOS VEEM MENORES E INSANOS... VENERAM SÁBIOS COMO DEUSES... SÃO CHINESES HÁ VINTE MIL ANOS.

para D. Chi
Envelhecimento // Às vezes acho q o ser - humano envelhece para aprender a ver a vida de forma mais simples. E dimensionar pequenos movimentos ao redor, ou mesmo nas próprias juntas. Decidi que queria ser goleiro; aprender a cair para levantar. Em nome do exercício psíquico de existir, não somente moldar. Ou mesmo a glória passageira do inter-rompimento de um ataque alheio. Um subconsciente clamando na marra para aprender. A derradeira possibilidade... O impedimento de toda uma costura de ataque, que caminhou na paralela da linha de cal, pé a pé, num toque quase perfeito... Quase... Havia o último de todos. O único a pôr as mãos na bola, a divindade maior daquele momento, quase religioso. O goleiro!  O preço que hei de pagar? Eu sei! Dores que prevêem a meteorologia que com certeza valerão cada segundo de memória e histórias para contar. É tão maravilhoso ver a rede balançar!? Perguntavam. Porque, ventania refresca!... Imagino ser esta a ótica do arqueiro. Por isso mesmo tento repetir. O cerne, a essência. O entretenimento em se buscar a raiz, onde tudo caminha para outro começo. Naquela hora, unicamente ali me esqueço do resto, e da vida inteira... Voando feito passarinho velho... Continuando a vida e desdenhando dela. E meu primo irmão por toda história, com sua caixa torácica dimensionada e pernas de cabrito, é o beque. O penúltimo capítulo antes do contra golpe. O último soldado. Pensamos assim! Tudo certo se o gol for um movimento inevitável. Demos o melhor de todo tempo corrido. Mas não há limites naquele momento! O corpo quente embebeda os neurônios que por hora e meia pensa ter novamente vinte anos. No dia seguinte todo mundo roxo, quebrado... Feliz.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

A chuva q cai não foi suficiente para suar meus dias angustiados. Ou derreter minha existência de sabonete. Ou deformar desordens. Compor assuntos. Massacrar idéias maceradas por pontos de interrogação. Adormeci numa noite fria e acordei num dia ensolarado de outro frio; Atônito, alucinado; com olho de metal e sonho pesado, com imagens do garimpo de um noticiário nacional. Agora sobre o mercúrio, resta outro frasco. Esquecido sem validade, no fundo de um armário feio. No rótulo amarelado e descascado lia-se mal: mercúrio...
Cromo... E pensava sobre...







CORDEL
L Aos apreciadores da literatura de cordel segue as principais fontes sobre o estilo. No Rio de Janeiro a Livraria Graúna, na feira de são Cristóvão. A Academia Brasileira de Literatura de Cordel em Santa Teresa e a Fundação Casa de Rui Barbosa. Em Pernambuco a Feira Popular de Caruaru e na Paraíba o Espaço Cultural de João Pessoa.





As coisas às vezes parecem estar fora do lugar, mas não estão. Creio nisso... Porque se tudo ao redor é pouco importante ou de diminuido significado é na própria raiz que essa verdade se comprova... Explico que se nada em volta tem real poder de transformar ou gerar reações ou mesmo desfazer... Então não importa...













Porque necessariamente preciso todo tempo “portar” palavras bonitas? Destilar gentileza onda só bóia merda... Carregamos todos, tal compartimento! É inerente a raça humana e sua existência vã. Porque num planeta onde faltam grãos, como classificar a continuação da vida e suas curvas e retas distantes e quilômetros que ficam pelo caminho... Acordei com um azedume tosco e notícias de futebol do noticiário culminando com a tumultuada eleição seguida de muita pancadaria. Ninguém será dono plenamente da terra onde Cristo fez estada, pisou ladeira e falou de Deus... Dá mesma forma é inconcebível criticar as razões do PQ ter acordado virado e por isso vou falar uns palavrões por aí... Alguma sugestão será bem-vinda... Manda o tel...